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Sábado, 19 de agosto de 2017
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Dia Mundial do Meio Ambiente

Publicado em: 04/06/2015

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No ano de 1972, durante a Conferência das Nações Unidas que teve como tema o Meio Ambiente Humano, em Estocolmo, na Suécia,  a Organização das Nações Unidas (ONU) estabeleceu o que passou a ser celebrado anualmente em 5 de junho, pelo motivo de ser a data dessa conferência que teve como objetivo alertar população para os  grandes problemas ambientais e para a importância da preservação dos recursos naturais, que muitos acreditavam ser inesgotáveis. A Conferência de Estocolmo, fez com que se inicia-se no mundo uma mudança no modo de ver e tratar as questões ambientais, além de serem estabelecidos princípios para                                                                                                                                                          orientar a política ambiental em todo o planeta.

A proteção e o melhoramento do meio ambiente humano é uma questão fundamental que afeta o bem-estar dos povos e o desenvolvimento econômico do mundo inteiro, um desejo urgente dos povos de todo o mundo e um dever de todos os governos.”                                                                    (Declaração de Estocolmo sobre o ambiente humano)

  

Papa Francisco e o Meio Ambiente

“Laudato Sie” (Louvado Seja) deverá ser o título da nova encíclica do Papa Francisco, que aborda o meio ambiente e a desnutrição.

Prevista para meados de junho, o documento está sendo traduzido para vários idiomas. Ainda sobre o tema, em 2013, na Praça de São Pedro, o Santo Padre exclamou:

[...] Quando falamos de meio ambiente, da criação, vêm ao meu pensamento as primeiras páginas da Bíblia, o Livro do Genesis, onde se afirma que Deus colocou o homem e a mulher na terra, para que a cultivassem e conservassem (cf. 2, 15). E em mim surgem estas perguntas: O que quer dizer cultivar e conservar a terra? Estamos verdadeiramente a cultivar e a conservar a criação? Ou estamos a explorá-la e a descuidá-la? O verbo ‘cultivar’ faz vir à minha mente o cuidado que o agricultor tem pela sua terra, a fim de que produza fruto e este seja compartilhado: quanta atenção, paixão e dedicação! Cultivar e conservar a criação é uma indicação de Deus, dada não só no início da história, mas a cada um de nós; faz parte do seu desígnio; significa fazer com que o mundo se desenvolva com responsabilidade, transformá-lo para que seja um jardim, um lugar habitável para todos. Bento XVI recordou várias vezes que esta tarefa que nos foi confiada por Deus Criador requer a compreensão do ritmo e da lógica da criação. Nós, ao contrário, somos frequentemente levados pela soberba do domínio, da posse, da manipulação e da exploração; não a conservamos, não a respeitamos e não a consideramos como um dom gratuito do qual cuidar. Estamos a perder a atitude do encanto, da contemplação, da escuta da criação; e assim já não conseguimos entrever nela aquilo que Bento XVI define ‘o ritmo da história de amor de Deus com o homem’. Por que acontece isto? Porque pensamos e vivemos de modo horizontal; afastamo-nos de Deus e não lemos os seus sinais [...].

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